TAVA, A CASA DE PEDRA
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TAVA, A CASA DE PEDRA

Brasil/Argentina, 2012, 72', DOC
Ariel Duarte Ortega, Patrícia Ferreira Pará Yxapy, Ernesto Ignacio de Carvalho & Vincent Carelli

Memória, mito e história Mbya-Guarani sobre as reduções jesuíticas e a guerra guaranítica do século XVII no Brasil, Paraguai e Argentina.

SINOPSE

DIREÇÃO

Ariel Duarte Ortega, Patrícia Ferreira Pará Yxapy, Ernesto Ignacio de Carvalho & Vincent Carelli

Ariel Duarte Ortega, Patrícia Ferreira Pará Yxapy, Ernesto Ignacio de Carvalho & Vincent Carelli

Ariel Duarte Ortega, (Sandro) ou Kuaraê Poty em língua Guarani, 1985, nasceu em Missiones, na Argentina, na comunidade Vera Guaçu, que carrega o nome do seu avô, Dionísio Duarte, na língua dos brancos. Atualmente, Ariel mora no salto do Jacuí, RS, onde recentemente assumiu posto de professor bilíngüe com o objetivo de fortalecer a cultura Mbya entre as crianças e os mais jovens. Trabalha para que os jovens Guarani conheçam riqueza de sua cultura e se sintam orgulhosos. Discute formas tradicionais de subsistência Guarani e questões ligadas aos problemas enfrentados com a falta de terra, matas e recursos naturais em geral. Ariel pensa usar o vídeo principalmente como ferramenta desse resgate cultural.

Patrícia Ferreira Pára Yxapy é professora e realizadora audiovisual indígena da etnia Mbyá-Guarani. Mora na Aldeia Ko’enju, em São Miguel das Missões/RS, onde leciona desde 2006. Em 2007, fundou o Coletivo Mbyá-Guarani de Cinema, atualmente está finalizando seu primeiro longa autoral e circula em festivais de cinema com o filme TEKO HAXY – ser imperfeita, co-dirigido com Sophia Pinheiro.

Documentarista, antropólogo e fotógrafo, membro do Vídeo nas Aldeias, Ernesto Ignacio de Carvalho tem coordenado oficinas de formação e edição de vídeo, e filmado documentários participativos em comunidades Hunikui, Ashaninka, Mbya-Guarani, Gavião-Parjatejê, Macuxi, Xavante e Krahô, desde 2007. Foi responsável pelas oficinas e filmagens em comunidades Mbya-Guarani para os filmes “Duas Aldeias uma Caminhada” (2008) (editor) e “Bicicletas de Nhanderú” (2010). Coordenou oficinas de realização e edição para os filmes “Já me transformei em imagem” (2008), e “As voltas do Kene” (2010), de Zezinho Yube, entre outros. Dirigiu, com Vincent Carelli, Ariel Ortega e Patrícia Ferreira, “Desterro Guarani” (2011), e “Tava – A casa de pedra” (2012). É diretor de fotografia do premiado “O Mestre e o Divino” (2013), de Tiago Campos. Cursou graduação em Antropologia pela UnB, Mestrado na UFPE, e doutorado em Antropologia na NYU.

Vincent Carelli, com 40 anos de indigenismo, iniciou em 1987 o Vídeo nas Aldeias, um projeto que coloca o video a serviço dos projetos políticos e culturais dos índios. Vincent Carelli produziu então uma série de 16 documentários sobre os métodos e resultados deste trabalho. "A Arca dos Zo’é", recebeu vários prêmios, entre eles o primeiro prêmio no 16º Tokyo Video Festival e no Cinéma du Réel em Paris, e a trilogia "O Espírito da TV", "A Arca dos Zo’é" e "Eu já fui seu Irmão" foi exibida pelo Canal+ na França e por uma série de televisões públicas pelo mundo. Em 1999, Carelli recebe pelo Vídeo nas Aldeias o Prêmio UNESCO na 6ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico por respeito à diversidade cultural e de busca de relações de paz interétnicas. Em janeiro de 2009, finalizou “Corumbiara”, um longa-metragem sobre sua trajetória junto aos índios isolados da Gleba Corumbiara no sul de Rondônia, grande vencedor do Festival de Gramado 2009.

19/11/20 00:00

CRÉDITOS

PRODUÇÃO

ROTEIRO

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

Vincent carelli, Patrícia Ferreira, Ariel Duarte Ortega & Ernesto Ignacio de Carvalho

MONTAGEM

Tatiana Soares de Almeida

SOM